Novagro destaca vantagens da estratégia do Governo de diversificação

Sector da Agricultura Angolana almeja maior organização.

O ministro da Agricultura, Marcos Alexandre Nhunga, exortou nesta segunda-feira, 26, em Ndalatando, Cuanza Norte, maior disciplina, organização e trabalho aos responsáveis ligados ao sector, visando dar resposta as necessidades alimentares do país.

O governante fez tal exortação quando discursava na abertura do IIIº Conselho Consultivo Alargado do seu pelouro, que decorre de 26 a 27 do corrente mês nesta cidade, sob o lema “Fortalecer a agricultura rumo a auto-suficiência alimentar”.

Marcos Nhunga defendeu o fortalecimento da parceria e do diálogo entre o sector da agricultura e os produtores privados, familiares e outros, no sentido de reverem-se nas estratégias de combate a fome e pobreza, no quadro dos programas dirigidos, com vista ao alcance dos objectivos acometidos ao seu Ministério.

Salientou igualmente a necessidade da dinamização das actividades ligadas as diferentes áreas do sector assim como a motivação dos seus quadros, primando pela disciplina, organização e trabalho.

Referiu que o actual quadro económico que o país está a viver leva aos técnicos do sector e aos cidadãos a fazer uma reflexão profunda conducente a mudanças de atitudes para uma necessidade premente de produção.

O dirigente considerou que o aproveitamento do potencial dos recursos naturais e a competitividade do sector constituem os objectivos principais definidos pelo pelouro no quadro do Plano Nacional de Desenvolvimento 2013-2017.

Acrescentou que tais objectivos visam providenciar a segurança alimentar e promover o desenvolvimento integrado e sustentável, visando o abastecimento interno, bem como o aproveitamento das oportunidades relacionadas aos mercados regional e internacional.

Durante dois dias os participantes ao IIIº Conselho Consultivo, irão proceder ao balanço das actividades do sector, avaliação da campanha agrícola 2015/2016, o ponto de situação dos programas do sector para o período 2016/2017, bem como o apoio a produção agrícola e comercialização.

O evento vai ainda se debruçar sobre a situação das empresas do sector, nomeadamente, Frescangol, Mecanagro, Gesterra, Sopir, Cafangol e Sodepac, assim como os programas de apoio a produção pecuária, produtos florestais e mel, café e palmares, entre ouros.

À margem do encontro, o ministro da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Marcos Nhunga, vai orientar, nesta terça-feira, na localidade de Cacala, município do Lucala, a 34 quilómetros de Ndalatando, a abertura da época agrícola 2016/2017, em acto a ser testemunhado pelo governador do Cuanza Norte, José Maria Ferraz dos Santos.

Participam do encontro, além do secretário de Estado da Agricultura, José Amaro Tati, o representante do Fundo das Nações Unidades para Agricultura e Alimentação em Angola (FAO), Mamadou Diallo, directores nacionais de órgãos do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural, responsáveis das empresas do sector, entre outros.

Fonte da noticia: ANGOP


 

Novagro na agricultura de Angola

O anúncio foi feito em Luanda pelo secretário de Estado da Agricultura, quando falava sobre “O desenvolvimento rural e o combate à pobreza como factores de reinserção social”, nas XX jornadas técnico-científicas da Fundação Eduardo dos Santos (Fesa).
Durante a sua dissertação, José Amaro Tati disse que o sector da Agricultura ainda se depara com algumas dificuldades no tocante à ausência de carreira técnica das áreas fundamentais da agricultura, motivo que provoca uma grande fuga dos agricultores.
O secretário de Estado considerou que as carreiras do extensionista e de outros técnicos são uma boa medida para fixação de quadros no sector.
“O nosso país tem também outras dificuldades, das quais se destaca a falta de melhor equipamento para a criação de uma base logística para o sector de um modo geral, para a produção local de sementes e de fertilizantes, bem como de instrumentos agrícolas por forma a evitar os constrangimentos encontrados no mercado internacional com a sua importação", referiu o secretário de Estado.
Em Angola, sobretudo no meio rural, a principal actividade económica das famílias radica do sector primário (a agricultura, pecuária, pescas e outras), que permite a sobrevivência da população. Para José Amaro Tati, a agricultura no meio rural é, basicamente, praticada por produtores familiares, que são gestores e trabalhadores das suas próprias terras.
“A agricultura familiar é a base da agricultura angolana, sendo a responsável pela produção de 79 por cento dos cereais, 92 de raízes e tubérculos e de 90 das leguminosas e oleaginosas”, precisou. De acordo com dados do Censo Geral da População 2014, a agricultura absorve 9.635.036 habitantes, o que equivale a 37,7 por cento da população nacional, o que representa 1.773.743 de famílias.
José Amaro Tati considera que as pequenas unidades industriais podem colmatar as principais necessidades da população no meio rural. Como exemplo, apontou as pequenas fábricas de transformação de tomate, frutos diversos, mandioca, batata-doce e rena, inhame, peles, pêlos e penas de animais abatidos, para além das carnes, suas vísceras e excrementos. Para ele, a agricultura familiar constitui a maior actividade no meio rural, “devendo por isso haver maior apoio na constituição das micro e pequenas empresas, bem como cooperativas e associações.”

Relançamento

O Ministério da Agricultura, dentro do seu plano estratégico, aposta no aumento da produção e produtividade, com particular atenção para o desenvolvimento da agricultura familiar, sem desprimor para a­ ­empresarial. Na área da pecuária, o ministério estimula o aumento da produção de carnes de consumo, a partir do reforço da avicultura, suinicultura e de pequenos ruminantes. No sector florestal, trabalha para a melhoria dos processos de fiscalização e licenciamento das actividades florestais e de extracção de madeira.
A par disso, o Ministério da Agricultura promove um conjunto de intervenções que se articulam a partir de programas dirigidos, com o propósito de saída da crise que assola o país. “Tais programas permitem estrategicamente um acumular de recursos de acordo com as zonas do país, bem como a identificação e concertação para o que for prioritário para a realidade de cada província”, disse.
Para atingir os objectivos com maior celeridade e eficácia, estão organizados e orientados programas dirigidos como os de produção de sementes, adubos, de apoio à agricultura familiar, aumento de produção de ovos e frangos, de cereais, comercialização de grãos, aumento da produção e promoção da exportação da madeira, mel, café e palmar, entre outros programas. Até hoje, foram já implantadas 131 estações de desenvolvimento agrário.
As XX jornadas técnico-científicas da Fesa, que hoje encerram decorrem sob o lema “Experiência de Angola nos processos de reconciliação nacional, reconstrução e reinserção social”.


Malanje: Programa de Agricultura Familiar melhora vida de camponeses em Cacuso

Dois mil e 500 camponeses dos bairros Hunga, Mucuixe, Massolo e Kagindongo, em pungo Andongo, Cacuso, melhoraram as suas qualidades de vida com o aumento da produção e venda de diversos produtos agrícolas, com a implementação do Programa de Agricultura Familiar denominado "Kukula Ku Moxi", levado a cabo no Pólo Agro-industrial de Capanda.

O gerente de desenvolvimento Social do Pólo Agro-industrial de Capanda, disse , quando procedia ao balanço dos 4 anos de existência do programa que actua em três eixos principais, designadamente aumento da renda familiar, auto-sustentabilidade e saúde e qualidade de vida.

O responsável referiu que num espaço de 4 anos, os efeitos do Programa de Agricultura Familiar, fizeram-se sentir, sobretudo, na subida exponencial do rendimento monetário das famílias e na diminuição drástica da mortalidade infantil, por via da melhoria das condições de saneamento básico como o acesso à água de qualidade e à saúde preventiva.

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Cabinda: Criadas escolas para promoção de técnicas de cultivo 

Cabinda - A província de Cabinda conta com nove escolas de campo para actualizar os agricultores locais das actividades ligadas ao melhoramento das novas técnicas de cultivo de mandioca e banana, disse hoje, em Cabinda, o coordenador do projecto transfroteiriço do Maiombe, Agostinho Chicaia. 

 

TERRAS PREPARADAS PARA AUMENTO DA PRODUÇÃO NO CAMPO EM CABINDA

FOTO: PEDRO JOÃO

Em breves declarações a Angop, Agostinho Chicaia disse que as referidas instituições estão em funcionamento nos quatro municípios da província, nomeadamente Cabinda (sede),  Cacongo, Buco-Zau e Belize.

o responsável assegurou que o projecto conta com uma segunda fase  que permitirá o alargamento destas escolas junto das comunidades, para que nos próximos tempos a província possa registar um aumento considerável da capacidade de produção de mandioca e de banana, este último com mais qualidade.

“A província já produz banana de qualidade, mas pensamos que é importante manter esses níveis de qualidade, aumentando a produção, usando os métodos de introdução de variedades que ajudarão os camponeses a cultivar e ao mesmo tempo conservar os solos “, acrescentou.

O projecto transfronteiriço Maiombe, prosseguiu,  já fez a distribuição de seis mil plantas de mandioca e banana as comunidades locais, cujas variedades são provenientes da República dos Camarões e que estão a ser reproduzidas na Estação Experimental de São Vicente, município sede de Cabinda.

"Recebemos um financiamento de 406 mil dólares da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), para produzir quatro resultados, sendo dois nacionais e dois regionais.

Com este financiamento, pretende-se a elaboração de um programa regional para a conservação e utilização dos recursos florestais no Maiombe, desde as Repúblicas Democrática do Congo, de Angola, do Congo Brazzavile e do Gabão.


Angola e Itália acertam cooperação para relançar agricultura angolana

O ministro das Pescas, Agricultura, Alimentação e Florestas italiano assumiu hoje em Luanda o interesse do seu país em contribuir para o relançamento da agricultura angolana, através de parcerias a desenvolver entre empresas dos dois países.

Maurizio Martina falava à imprensa à margem do Fórum de Negócios Angola-Itália, realizado na Feira Internacional de Luanda, onde participam 71 expositores, tendo previsto para quarta-feira a assinatura, com o seu homólogo angolano, de um Memorando de Entendimento no domínio da agricultura,

O governante italiano sublinhou que o seu país quer colocar à disposição de Angola o seu conhecimento, tecnologia e experiência no campo agroalimentar.

"Sabemos que existem projetos e empresas interessadas em colaborar connosco. Temos modelos agrícolas baseados em empresas familiares, penso que este modelo agrícola pode ir de encontro com a experiência angolana. Estamos muito interessados em colaborar", frisou Maurizio Martina.

Segundo o ministro, várias empresas privadas italianas estão dispostas a investir em Angola, salientando que é necessário criar condições para que esses investimentos se concretizem.

"Devemos trabalhar em conjunto para vermos os tempos certos, ter respostas claras, mas aqui estão 70 empresas dispostas a investir em Angola", frisou.

Por sua vez, o ministro da Agricultura de Angola, Afonso Pedro Canga, disse que o país conta com a cooperação internacional para o relançamento e desenvolvimento da agricultura, esperando igualmente o apoio da Itália.

"A Itália tem uma agricultura desenvolvida, tecnologia, tem empresários dinâmicos e penso que este fórum vai também ajudar a estreitar o relacionamento entre os empresários angolanos e italianos do setor da agricultura em geral do setor alimentar", sublinhou Afonso Pedro Canga.

Durante a visita de três dias, Maurizio Martina tem agendado encontros com governantes angolanos, destacando-se a ministra do Comércio de Angola, Rosa Pacavira.

No princípio deste mês, o Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, visitou a Itália, tendo no decorrer da visita de dois sido rubricados os Memorandos de Entendimento de Consultas Bilaterais, sobre a Cooperação Económica e sobre o Seguro ao Crédito Externo.

José Eduardo dos Santos deslocou-se à Itália um ano depois da visita do primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, tendo defendido na altura uma estratégia de longo prazo nas relações entre Europa e África.

Matteo Renzi fez-se acompanhar na altura de uma comitiva de 25 empresários italianos interessados em investir em Angola, que representavam, no seu conjunto, uma faturação anual de 60 mil milhões de euros.

Angola, que é o terceiro parceiro comercial de Itália na África subsaariana, exporta essencialmente petróleo para aquele país europeu, importando de lá máquinas industriais, ferro, aço e bens alimentares.


Angola deve investir na agricultura USD 638 milhões por ano

FAO indica que é necessário elaborar e implementar “planos de investimento mais estruturados e viáveis” para atingir objectivos do milénio.

 

Mamoudu Diallo, representante do Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), afirmou ontem, na Huíla, que Angola deverá investir pelo menos USD 638 milhões na agricultura para reforçar o seu plano nacional de desenvolvimento e atingir os objectivos do milénio.

“Angola precisa de mais de USD quatro mil milhões para investir até 2020, quer dizer um investimento anual de USD 638 milhões no sector agrícola”, explicou o alto funcionário das Nações Unidas, citado pela Angop.

Diallo defendeu ser necessário desenvolverem-se alternativas para angariar os fundos. “Temos de trabalhar juntos e encontrar as formas de angariar, se pretendemos alcançar os objectivos do milénio para Angola e um crescimento mínimo de oito por cento na agricultura”.

Apesar da crise económica e financeira instalada no país, o representante da FAO disse ser possível atingir esta meta com trabalho conjunto focado na elaboração e implementação “planos de investimento mais estruturados e viáveis”, devendo potenciar-se a agricultura familiar e o aproveitamento das potencialidades agro-pecuárias das províncias da Huíla, Benguela, Namibe, Cuando Cubango, Cuanza Sul, Cunene, Huambo e Bié.

“Devemos destacar aqui que mais de 70 por cento da produção nacional está concentrada nessas províncias do centro e sul de Angola, o que quer dizer que ao cuidar da agricultura familiar nessas províncias estaremos a cuidar de uma boa parte da agricultura de Angola”, garantindo os cinco pilares da segurança alimentar: o acesso, a disponibilidade, o consumo, a utilização e a estabilidade dos alimentos, enfatizou Diallo, citado pela agência de notícias nacional.

Mamoudu Diallo participou num seminário técnico sobre a agricultura familiar como suporte da segurança alimentar, encerrado quinta-feira, no Lubango, organizado pelo ministério da agricultura e do desenvolvimento rural, com o apoio da FAO.


 CAMPANHA AGRICOLA 2015 / 2016 ARRANCOU EM SETEMBRO :

 03/08/2015 (Governo)

O ministro da Agricultura, Afonso Pedro Canga, anunciou no último sábado, 1, no Uíge, o cultivo de quatro milhões de hectares de terras em todo o país durante a campanha agrícola 2015/2016, com início no mês de Setembro.

Campanha agrícola 2015/2016 arranca em Setembro

O ministro da Agricultura, Afonso Pedro Canga, anunciou no último sábado, 1, no Uíge, o cultivo de quatro milhões de hectares de terras em todo o país durante a campanha agrícola 2015/2016, com início no mês de Setembro.

Afonso Pedro Canga falava no final da visita de algumas horas efectuada à província, onde presidiu à reunião sobre a preparação da campanha agrícola 2015/2016.

O ministro disse ser intenção do Governo aumentar a produção, a fim de contribuir para a diversificação da economia e diminuição das importações. Nesta campanha, os agricultores cultivam mandioca, milho, massango, massambala, plantas leguminosas, frutas e produtos hortícolas.

O ministro disse que a campanha agrícola passada teve resultados satisfatórios, pelo que incentivou os agricultores a aumentarem a produção na próxima época.

Afonso Pedro Canga deixou aos directores provinciais “orientações metodológicas” sobre a implementação das acções, recursos disponíveis, calendarização, meios e prioridades a serem levadas a cabo, para que a próxima campanha agrícola tenha resultados significativos.

Acompanharam o ministro, directores nacionais, técnicos superiores do Ministério e responsáveis das direcções provinciais da Agricultura de dez províncias.

Noticia do Jornal de Angola


Directora do MOSAP em Angola satisfeita com agricultores no Andulo.

21 de Agosto 2014.

Andulo - A Directora Nacional em Angola do Projecto de Agricultura Familiar Orientada para o Mercado "Mosap", Júlia Grave" mostrou-se hoje satisfeita com os agricultores das comunas de Chivaulo e Calussinga, município do Andulo (Bié) pela entrega e vontade na aprendizagem demonstrada nas escolas de campo daquela organização.

Aquela responsável fez este pronunciamento no encontro que manteve com mais de 800 camponeses que terminaram com êxitos os trabalhos desenvolvidos em três escolas de Campo, que culminou com a entrega de certificados.

Sublinhou que, além de estarem aptos para prática da agricultura, a graduação visa também persuadir os demais a participarem nas escolas de campo, por ser a melhor forma de se desenvolver agricultura familiar nas zonas rurais, tendo em conta as várias técnicas transmitidas, desde a preparação de terras, processo da sementeira até a fase da recolha dos cereais.

Júlia Grave disse que para a materialização exitosa do processo conta com a parceria das direcções províncias da agricultura, onde trabalham diretamente com os técnicos das Estações de Desenvolvimento Agrícolas “EDA,” nos mais variados projetos, com destaque para tracção animal, multiplicação de sementes, bem como mecanização agrícola, ressaltando que o projecto  abrange 25 comunas das províncias de Malanje, Huambo e Bié.

O projecto Mosap, é financiado pelo Banco Mundial, Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e pelo programa de Cooperação e Desenvolvimento do Governo Japonês (PHRD), tem como grupo alvo os agricultores familiares com uma média de área cultivável  sem irrigação entre 1 e 2 hectares, com possibilidade de expandir essas áreas para 2,5 hectares.

Avaliado em mais de um milhão e 500 mil dólares norte-americanos, no Andulo,  o projectam Mosap, é implementado nas comunas de Calussinga e Chivaulo. Possibilitou abertura de 30 escolas de campo.

O projecto vai  ser  implementado num período de seis anos na província do Bié, nos municípios do Andulo, Chinguar, Camacupa e Catabola sob controlo do Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA).

-- De salientar que o Projecto “Mosap”, consistem essencialmente na preparação de terras, utilização de gado de atracção animal, transformação de produtos agrícolas, capacitação de camponeses e concessão de financiamentos.

-- Refira-se que recentemente, o  director regional do Banco Mundial para a Africa Gregor Binkert, inaugurou na sede comunal de Calussinga uma residência para os técnicos da Estação de Desenvolvimento Agrário.

Noticia > Angop/PS/Mv / http://www.portalangop.co.ao

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Comunicado final do IIIº Encontro Nacional de Hidráulica Agrícola e Engenharia Rural

19/09/2013 21:03 (Governo)

Foi realizada de 5 à 6 de Setembro de 2013 na sala de Conferências do Hotel Mombaka em Benguela o III Encontro Nacional de Hidráulica Agrícola e Engenharia Rural.

A Sessão de abertura foi presidida por Sua Excelência Eng. José Amaro Tati, Secretário de Estado da Agricultura, em representação de Sua Excelência, Eng. Afonso Pedro Canga, Ministro da Agricultura de Angola, ladeado por Sua Excelência Dr. Eliseu Epalanga, Vice-Governador para a Área Política e Social da Província de Benguela, em representação de Sua Excelência Eng. Isaac Francisco Maria dos Anjos Governador Provincial de Benguela.

Participaram do Encontro, 154 convidados, dentre eles, Directores Nacionais e Gerais dos Órgãos tutelados, PCA´s das empresas tuteladas, Directores Provinciais da Agricultura, Directores dos Gabinetes de Desenvolvimento Agrário, Representantes dos Ministérios do Comércio, do Planeamento e Desenvolvimento Territorial, Ambiente, da Família e Promoção da Mulher, das Pescas, da Energia e Águas, Representantes das instituições de Ensino Superior e de Investigação e Empresários Privados do Ramo da Agricultura Irrigada

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Luanda - A estratégia traçada pelo Governo angolano de diversificação da economia e os apoios institucionais que concede ao pequenos e médios produtores tem contribuído para o aumento do comércio de produtos agrícolas e da aposta na actividade agro-pecuária, realçou neste domingo, em Luanda, fonte da empresa Novagro.  
  
Falando à Angop, a propósito da participação da empresa na FILDA, o gerente da Loja do Cruzeiro da Novagro (vocacionada a
comercialização de produtos, materiais e equipamentos agrícolas), Luís Andrade, referiu que fruto da iniciativa do executivo actualmente, a procura pelos produtos e serviços no ramo agrícola aumentou. 
 
Luís Andrade realçou ainda o facto das acções institucionais e materiais do Governo, com vista a materialização da diversificação
da economia, que tem o sector agro-pecuário como o ponto de partida, terem despertado o interesse de novas pessoas e empresas privadas em enveredar e desenvolver a agricultura e a pecuária.   
 
“O propósito do Governo de diversificar a economia tem levado muita gente, com pouca experiência na agricultura e na pecuária, as lojas da Novagro a comprar os nossos produtos e a pedir explicações sobre como iniciar o negócio”, informou. 
  
Em termos de parcerias institucionais, o gerente da loja do Cruzeiro indicou que a Novagro trabalha com o Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA), que fornece sementes, fertilizantes e instrumentos de trabalho e presta assistência técnica às famílias camponesas. 
 
De acordo com a fonte, sempre que possível, a Novagro participa em concursos público realizados pelo IDA, a fim de poder ser
escolhida para fornecer insumos e equipamentos agrícolas aos pequenos e médios agricultores. 
 
Indicou também que a Novagro vende igualmente os seus produtos a famílias camponesas, enquadradas no projecto de concessão de crédito agrícola em espécie (sementes, fertilizantes, tractores equipados com carroçaria e alfaias), concebido pelo Governo angolano.

 
Particularizou que, apesar de vender para os produtores de todo o país, na província de Luanda a empresa fornece os seus produtos
aos agricultores e camponeses do Kifangondo, do Kikuxi, dos Ramiros e de outras localidades da periferia de capital.


Afecta ao grupo EBAR “Comércio e Indústria Limitada e Prestação de Serviços”, a Novagro existe desde 2001 e tem representações
nas províncias do Huambo, Kwanza Sul e Benguela.


A firma emprega pelo menos 85 trabalhadores.